ÀS ESCONDIDAS: COMO SEMPRE!

NOTA DE REPÚDIO

Aproveitando o calor das batalhas políticas-presidenciáveis, o promotor de justiça, Frank Teles de Araújo -Matrícula 968016, (que por sua vez está promovendo desigualdade apoiando apenas um grupo) solicitou a senhora Prefeita de Santa Inês, Maria Vianey Pinheiro Bringel, que sem pensar duas vezes atendeu e já criou um projeto de lei, ainda a ser debatida e votada na Câmara Legislativa da cidade, com o Assunto: Projeto Institucional Viva a Vida Não Julgue, com referência ao procedimento administrativo nº 005/2017 (Simp nº 2327-267/2017). Está lei é em favor da classe LGBT. Entre muitos outros benefícios absurdos, que nem os hetéros, negros, católicos e cristãos têm, o município, através da lei, quer que eles participem e opinem na elaboração do plano anual do munícipio e também garante a classe homossexual recursos para eles irem para os eventos LGBT em todo o país. Inclusive todos os eventos que eles desejarem realizar será financiado com o dinheiro dos impostos municipais. Ou seja, tudo pago pelo município -DINHEIRO NOSSO. As outras proposições para lei requerem que em cada secretaria de governo da cidade haja um membro LGBT. Eles terão direito a gozar de benefícios como o dinheiro público financiando, todos os eventos por eles propostos, pesquisas, estudos e capacitação de pessoal da classe. Além disto, ainda poderão participar ativamente de subsídios de elaboração de leis, decretos e outros pontos normativos atinentes aos seus direitos, isto é, não importa se afetará negativamente algum outro grupo, o que importa é que eles serão beneficiados. Fora isto, a lei ainda permite que a Prefeitura junto da Câmara sancione como fazendo parte do governo municipal um Conselho LGBT, ora, nem os pais, trabalhadores e cristãos possuem tal coisa, como eles, sendo minoria podem ter?

Nada contra os homossexuais, mas, a lei deve prevalecer para todos. A recomendação da lei, do promotor Frank Araújo, nada mais é do que colocar contra a parede a maioria da população de Santa Inês. Isto é, ao tentar garantir os direitos da classe, que é minoria majoritária, degrada-se os direitos de toda a maioria. Sem falar que tal lei ainda ofende a Negros, brancos, índios e cristãos e geral por ser uma lei que prima pelos direitos de uma minoria que tenta achacar os demais impondo uma ditadura de gênero que afetará todas as áreas e famílias, degenerando assim a nossa sociedade municipal.

Os negros, brancos, pardos e cristãos também desejam participar e opinar sobre plano anual. Senhora Prefeita Vianey Bringel, faço está nota repudiando sua ação e o projeto de lei, classificando como jogo sujo e também implantação de desigualdade.

AOS VEREADORES, PRIMEIRAMENTE, OS CRISTÃOS, POSICIONEM-SE A ESSE RESPEITO A FAVOR DOS DIREITOS JUDAICO-CRISTÃOS!

Como disse meu amigo Jose Sandro Cardoso: “Em uma sociedade majoritariamente Cristã e conservadora, não se pode admitir que uma minoria se sobreponha, é um absurdo, é expor ao ridículo um povo que busca melhorias que afetem à todos independente de qual seja sua opção sexual”.

Para finalizar, uso as Palavras da Carta Magna da Nação Brasileira, A Constituição, no Título II, que trata dos direitos e garantias fundamentais, Capítulo I, dos direitos e deveres coletivos e individuais: Art. 5º “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Assim sendo, todos temos os mesmo direitos na elaboração, opinião e participação ativa no plano execução do governo de Santa Inês. Concluímos, portanto, que, essa lei deve ser descartada.

Tarcísio Miranda, Acadêmico de Ciências Sociais- UEMA-, Escritor, Articulista, Professor e Palestrante convidado da rede estadual de educação nível fundamental e médio.

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